7 dicas para aprimorar BPFs e evitar a contaminação cruzadaBPF e contaminação cruzada

Na indústria alimentícia, a contaminação cruzada é uma das principais causas de doenças transmitidas pelos alimentos. Para evitar esse tipo de problema, existem as Boas Práticas de Fabricação (BPF).

O cumprimento das BPF é uma exigência da legislação e visa:

Diante disso, as dicas para aprimorar as práticas de BPF vão desde a higiene básica, como lavar as mãos, até a preocupação com a geração e destinação de lixo dentro das plantas produtivas. 

Se você atua na cadeia produtiva de alimentos e quer aprimorar suas BPF, acompanhe nossas dicas e saiba como melhorar a segurança dos alimentos fabricados, evitando casos de contaminação cruzada.

O que é contaminação cruzada?

A contaminação cruzada ocorre quando há a transferência de contaminantes de um ser (alimento ou objeto) para outro alimento.

Quando a contaminação cruzada se dá diretamente de um alimento para outro, é considerada direta. Já a contaminação indireta está associada com a transferência de contaminantes, a partir dos utensílios empregados na manipulação do alimento.

Ela pode ocorrer a qualquer momento durante o processo de produção, preparação ou armazenamento de alimentos, tornando-se uma fonte de doenças transmitidas por alimentos, como a salmonelose e a E. coli.

Além disso, as principais consequências estão relacionadas às doenças transmitidas por alimentos (DTA) e a perda de confiança do consumidor nos produtos e na própria empresa.

Por isso, as Boas Práticas de Fabricação (BPF) abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos, a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade com os regulamentos.

Dicas para aprimorar a BPF na indústria

BPF na indústria

Existem várias medidas e boas práticas para evitar a ocorrência de contaminação cruzada. Veja, a seguir, algumas dessas dicas para aprimorar as BPF na indústria:

1. Higienização das mãos eficiente e contínua

Premissa básica de BPF, a limpeza das mãos é uma medida imprescindível. Portanto, deve ser feita de forma rigorosa para reduzir ao máximo a quantidade de microrganismos. 

Assim, todos os operadores devem saber exatamente como fazer a higienização das mãos e usar de produtos confiáveis. 

2. Utilize código de cores

Para evitar a contaminação cruzada, é recomendável codificar os utensílios de manipulação (facas, tábuas, e demais itens) e mantê-los em áreas que facilitem o uso deles. 

Além disso, eles não devem ser pintados ou etiquetados. Ao invés disso, o ideal é fabricar na cor desejada, evitando a dispersão de partes.

Uma dica interessante é seguir o código de cores para tábuas de corte para alimentos, criado pelo Ministério das Indústrias Primárias da Nova Zelândia.

Segundo o código de cores as tábuas são classificadas em:

3. Na dúvida, use a cor azul

Essa é uma dica muito importante e relevante! Com a variedade de cores, é normal ficar confuso ao decidir qual cor é a mais adequada para o contato com os alimentos. 

Como poucos alimentos são fabricados na cor azul, ela se torna uma cor ideal para usar durante a manipulação. 

Assim, caso alguma parte acidentalmente se junte ao produto, a cor azul fica em evidência, facilitando a localização da fração com desvio de qualidade e evitando a contaminação cruzada.

4. Use utensílios detectáveis em Raio-X e detectores de metais

Os casos mais comuns de contaminação cruzada são os corpos estranhos presentes em alimentos. Neste caso, a tecnologia é uma grande aliada da indústria de alimentos.

Os equipamentos de Raio-X e detectores de metais, por exemplo, podem oferecer maior segurança para a integridade dos produtos. 

O uso destes equipamentos é uma forma eficaz, confiável e certeira de identificar contaminantes físicos durante a produção. Não é à toa que o uso deles tem crescido entre as indústrias da área. 

Outra possibilidade é fazer uso de utensílios detectáveis, como as cerdas de escovas e de vassouras, que reduzem grande parte deste tipo de risco. 

Neste caso, a Brasmo pode ajudar a indústria! Para conhecer a linha de produtos detectáveis da Brasmo, clique aqui.

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5. Garanta que todos os utensílios estejam separados e guardados adequadamente

O programa 5S, para fazer a segregação dos utensílios por cores, é mais uma excelente dica. 

Através da utilização de organizadores coloridos, fica mais fácil verificar como deve ser feito o armazenamento dos materiais, evitando que sejam misturados.  

6. Reduza o lixo

Os resíduos provenientes dos utensílios de higienização inutilizados na indústria podem ser reduzidos quando há o uso de materiais duráveis. Entre eles, estão vassouras, rodos, baldes e espátulas.

Por isso, a dica é sempre procurar fornecedores com utensílios que reduzam a quantidade de lixo e, assim, os custos.

7. Higienize os utensílios

Os utensílios de higiene também podem ser contaminantes. Para evitar isso, é necessário promover a limpeza e secagem de todos os materiais. 

Com essa medida, a proliferação de bactérias em utensílios secos e limpos é praticamente nula. 

Além disso, para evitar a contaminação cruzada, é recomendável codificar os utensílios de manipulação (facas, tábuas, e demais itens) e mantê-los em áreas que facilitem o uso deles. 

Entretanto, eles não devem ser pintados ou etiquetados. Ao invés disso, o ideal é fabricar na cor desejada, evitando a dispersão de partes.

Vale destacar que a Brasmo é também referência em limpeza industrial. 

Parceira exclusiva de uma das principais marcas mundiais do segmento, a FBK, da Dinamarca, a Brasmo oferece um portfólio completo de soluções de limpeza para o mercado industrial.

Os produtos possuem separação por cores, garantindo uma limpeza mais efetiva e organizada da indústria.

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Dicas bônus

Com sede em Chapecó/SC e mais de 25 anos de história, a Brasmo atua na industrialização e importação de equipamentos para proteção e higiene industrial, com o melhor custo-benefício do mercado. 

Nossos parceiros e clientes contam com um atendimento especializado e produtos certificados que atendem aos principais requisitos de segurança alimentar do mundo, como:

A Brasmo é a parceira ideal da indústria e oferece produtos e soluções com alto padrão que atendem os requisitos das BPF e evitam a contaminação cruzada.

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ESD: conheça as normas e certificações para descargas eletrostáticasESD: conheça as normas e certificações para descargas eletrostáticas

A descarga eletrostática (ESD) é uma ocorrência em que uma carga elétrica se acumula em uma superfície e é descarregada em outro material. Portanto, ela pode causar riscos a alguns ambientes.

No artigo de hoje, veja o que são as cargas eletrostáticas, assim como a importância das normas e certificações para evitar acidentes.

O que é a descarga eletrostática?

A descarga eletrostática (ESD, sigla para Electrostatic Discharge) ocorre quando há uma rápida transferência de carga estática entre dois objetos com potenciais diferentes, especialmente quando eles entram em contato ou ficam muito próximos. 

Para isso, há um acúmulo de carga eletrostática, criado quando materiais diferentes se esfregam – e um deles é carregado positivamente e o outro negativamente. 

Em geral, as manifestações de descarga eletrostática são inofensivas. Porém, as empresas que trabalham com equipamentos eletrônicos devem ficar atentas, já que os componentes podem ser danificados.

Normas e certificações para descargas eletrostáticas: o que são?

As normas fornecem diretrizes técnicas e administrativas com o objetivo de prevenir, detectar, e mitigar problemas causados pela ESD. Elas englobam desde a concepção do ambiente de trabalho até o uso de Equipamentos de Proteção.

As certificações, por sua vez, se caracterizam pelas provas de conformidade com as normas. 

Para obter uma certificação, toda empresa deve seguir uma série de auditorias e avaliações, nas quais demonstram que os processos e produtos atendem aos requisitos necessários.

Além de garantir a qualidade e a confiabilidade dos produtos, ambas ajudam a prevenir falhas de equipamentos e interrupções de produção. 

Normas de maior destaque

Duas normas possuem destaque global como as mais reconhecidas e implementadas: a ANSI/ESD S20.20 e a IEC 61340.

ANSI/ESD S20.20

A ANSI/ESD S20.20 é a norma americana que oferece proteção aos dispositivos eletrostáticos sensíveis. 

Essa norma define os requisitos necessários para o desenvolvimento de um programa de controle eficaz, incluindo:

IEC 61340

A IEC 61340 é a norma internacional que se equivale à ANSI/ESD S20.20. Entre elas, há algumas diferenças.

Vale destacar também que existem outras normas relevantes em indústrias específicas, como:

E as certificações? Por que são importantes?

Como já salientado, as certificações servem para comprovar que uma empresa está em conformidade com uma ou mais normas. 

Geralmente, essa obtenção envolve uma avaliação completa da infraestrutura da empresa, processos, materiais e treinamento de pessoal. 

Além disso, as auditorias são realizadas por profissionais especializados. Eles avaliam a conformidade da empresa com a norma e fornecem orientações sobre como melhorar as práticas, se necessário.

As certificações também contribuem com a garantia da qualidade para indústrias que lidam com componentes eletrostáticos sensíveis, evitando danos aos componentes.

Importância da aplicação das normas e certificações 

 

Aplicações das normas ESD

Quando implementadas, as normas e certificações podem melhorar a qualidade do produto, reduzir o tempo de inatividade de máquinas e equipamentos e prevenir perdas financeiras decorrentes de danos causados pela ESD.

Para isso, é necessário: 

A implementação das normas inclui também a utilização de equipamentos de proteção ESD, a criação de áreas protegidas  (EPAs – ESD Protected Area) e o monitoramento contínuo das condições no ambiente de trabalho.

Ao reduzir o risco de danos causados pela ESD, as empresas melhoram a confiabilidade dos produtos e reduzem as taxas de falha.

Apesar das vantagens, há alguns desafios a serem superados

Como você acompanhou, a implementação de normas e certificações traz uma série de benefícios. 

No entanto, pode também apresentar alguns desafios, que incluem o custo de compra de novos equipamentos, a necessidade de treinamento do pessoal e a dificuldade de mudança das práticas de trabalho existentes.

Esses desafios serão superados com um planejamento cuidadoso e com investimento em treinamento e equipamentos de qualidade.

Além disso, a implementação pode ser facilitada com o apoio de especialistas na área, que podem fornecer orientação e suporte durante todo o processo.

O que esperar para o futuro das normas e certificações ESD?

Assim como ocorre com as máquinas e equipamentos, a tecnologia para reduzir a ocorrência de descargas eletrostáticas continua a avançar. Diante disso, é provável que veremos mudanças nas exigências das normas e certificações ESD. 

Essas mudanças serão impulsionadas por novas descobertas na compreensão da ESD. Também são previstas inovações em técnicas e equipamentos.

Ao estabelecer padrões para a prevenção e o controle da ESD, elas vão ajudar a garantir que novos produtos e tecnologias sejam projetados e fabricados, visando a minimização do risco de danos causados pela ESD. 

Tais avanços serão particularmente importantes em setores da indústria eletrônica e microeletrônica, onde os componentes são especialmente sensíveis à ESD.

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Higiene industrial na área de produção: quais cuidados são necessários?Higiene industrial na produção

Cuidar da saúde e do bem-estar dos colaboradores de uma indústria é uma tarefa fundamental para o bom desempenho do negócio. Para isso, é necessário seguir todas as normas de higiene industrial.

Tal conceito envolve a identificação, avaliação e controle dos riscos em ambientes de trabalho, além da aplicação de princípios científicos e técnicos para prevenir doenças ocupacionais e acidentes relacionados ao trabalho.

Promover a higiene industrial na área de produção também contribui com a melhoria das condições de trabalho, aumentando a produtividade e a qualidade de vida dos trabalhadores. Portanto, conheça como aplicar! 

O que é higiene industrial e qual o objetivo?

A higiene industrial é uma ciência cujo primeiro objetivo é reconhecer, dentro do ambiente de trabalho, quais agentes oferecem risco aos colaboradores. 

Uma vez reconhecidos, a higiene industrial também tem a função de avaliar o nível dos riscos, bem como estipular ações e demais medidas que devem ser tomadas para controlar, amenizar e neutralizar os agentes de risco.

Assim, a prática contribui para a prevenção de doenças ocupacionais, acidentes e lesões. Essa necessidade advém do fato de uma produção higienizada ser indispensável para o sucesso da indústria. 

Além de contribuir com a qualidade dos produtos, as agências de vigilância sanitária são rigorosas com os critérios de higiene. 

Principais riscos que comprometem a higiene de uma indústria

Principais riscos à higiene industrial

Uma das grandes responsabilidades da higiene industrial é identificar os perigos aos quais os colaboradores estão expostos no local de trabalho. 

Para isso, vale conferir algumas classificações que definem os riscos possíveis de serem encontrados no ambiente de produção de uma indústria. Veja a seguir quais são:

Riscos físicos

Ocorrem quando o trabalhador pode ser prejudicado por conta de fatores físicos, como:

Riscos químicos

São aqueles riscos em que o colaborador pode ser contaminado por:

Riscos biológicos

Presentes em algumas indústrias do ramo de saúde e de alimentos, os riscos biológicos consistem em:

Que, por falta de controle e higiene, podem entrar em contato com o trabalhador, infectando-o.

Recomendações para alcançar maior higiene industrial

Para controle das ações de higiene industrial, diferentes instituições definem quais pontos uma indústria deve seguir para aumentar a segurança e higiene sanitária nas áreas de produção. 

A instituição mais comum é a Anvisa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), entre outros órgãos. 

Segundo estes órgãos, toda fábrica deve observar determinados aspectos nos âmbitos da infraestrutura e da higiene. 

Veja abaixo, quais desses aspectos considerar em um ambiente de produção.

Infraestrutura da fábrica

É importante observar se o local não é cercado de fontes de contaminação, como fumaça ou roedores. 

Os pisos devem ser antiderrapantes, laváveis e impermeáveis. O mesmo cuidado se estende para as paredes, que devem ser claras e laváveis. 

Também é importante se atentar à ventilação e à iluminação do local. Um ambiente com ar seco, limpo e filtrado é importante para combater o desenvolvimento de microrganismos nos alimentos. 

Bons hábitos de higiene pessoal

Além dos cuidados com a infraestrutura da fábrica, é preciso que os colaboradores sigam hábitos de higiene pessoal, como:

Bons hábitos de higiene na fábrica

Tão importante quanto implementar as práticas de higiene é conferir se os colaboradores aplicam os procedimentos de higiene industrial na rotina da fábrica. 

Para isso, forneça treinamentos com orientações de como implementar a higiene industrial para abordar as práticas mencionadas. 

Itens de higiene à disposição

Você deve conhecer muito bem a operação da indústria para definir quais são os produtos e equipamentos necessários para promover a higiene industrial.

Ter conhecimento do que utilizar para determinada situação é uma forma de facilitar e otimizar a execução dos procedimentos de higienização.

Vale destacar que algumas indústrias necessitam produtos e procedimentos bem específicos para higienização segura das dependências, caso da indústria de alimentos e farmacêutica

Por fim, o uso adequado dos EPIs também é fundamental para garantir a segurança dos colaboradores e a higiene do ambiente da indústria.

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Troca de EPI: saiba o momento ideal para substituir o equipamentoTroca de EPI

Óculos de proteção, luvas, máscaras e capacetes são equipamentos de proteção obrigatórios, e podem fazer toda a diferença na vida de um funcionário. No entanto, eles têm vida útil, exigindo a troca de EPI.

Por isso, saber o momento certo para realizar a troca dos equipamentos é uma medida de segurança fundamental. Afinal, eles só são eficientes se estão em boas condições de uso!

Diante disso, a troca deve fazer parte do planejamento anual da gestão destes equipamentos. Mas como saber a hora certa de promover a troca de EPI? Confira nosso artigo e veja o que dizem as regras!

EPIs são fundamentais, e têm vida útil!

EPIs têm vida útil

Obrigatórios em muitos trabalhos, como câmaras frias e limpeza em altura, os EPIs (Equipamentos de Segurança Individuais) têm a função de proteger a saúde e segurança dos profissionais durante seus exercícios em determinadas atividades. 

Mas tão importante quanto oferecer todos os EPIs para seus funcionários, é importante estar atento à periodicidade da troca destes equipamentos.

Para isso, conheça os diversos fatores que contribuem para a periodicidade da troca de EPI. Entre esses fatores se destacam:

Portanto, o empregador deve ter ciência que ter equipamentos atualizados e em bom estado de conservação garante a proteção dos funcionários, evitando acidentes e prejuízos financeiros, como multas e demais sanções.

Por que trocar EPIs no momento certo?

A fabricação dos EPIs segue as normas regulamentadoras e rigorosos padrões técnicos, visando total proteção dos trabalhadores. Entretanto, com o tempo e o uso, eles atingem o prazo de validade estipulado pelo fabricante e devem ser substituídos.

Quando a troca de EPI ocorre no momento certo, a empresa e seus colaboradores se beneficiarão de diversas formas, tais como:

Maior proteção

EPIs se desgastam com o tempo de uso, exigindo a troca periódica para elevar a segurança e a prevenção contra os riscos identificados. 

Assim, mesmo que o EPI esteja em boas condições, a troca é sempre necessária com base no prazo de validade.

Troca de EPI: menos riscos de acidentes

Quando gasto e danificado, o EPI perde a resistência contra os riscos. Realizar a troca adequada garante boas condições de uso e eleva a proteção contra acidentes.

Conformidade com a lei

O empregador tem a responsabilidade de fornecer o EPI e garantir que os funcionários o utilizem corretamente no exercício da função. 

Além disso, ele tem também a responsabilidade de promover a substituição no tempo certo. Uma boa gestão assegura a conformidade legal do empregador.

Diante destes aspectos, fica evidente que a troca de EPI, quando realizada de forma periódica, é crucial para as organizações e para o trabalhador. Afinal, contribui para a excelência na segurança do trabalho e preserva a saúde de toda a equipe.

A periodicidade para a troca de EPI depende de alguns fatores

Apesar de ser um tema muito relevante, muitos trabalhadores têm dúvidas sobre o momento ideal para realizar a troca do EPI. 

Dessa forma, eles continuam utilizando os itens mesmo vencidos, normalmente sem compreenderem que a exposição aos riscos é elevada.

Por outro lado, é comum que os trabalhadores solicitem a troca sem que o equipamento esteja vencido ou danificado. 

Portanto, é dever do técnico de segurança e do empregador saber avaliar o equipamento para substituí-lo no momento correto. Para isso, considerar os seguintes fatores é fundamental:

Portanto, não existe uma periodicidade exata para a troca de EPI, mas o prazo de validade do material e o estado do equipamento são essenciais para definir este momento. 

Com base nestes pontos, é fundamental estar atento à manutenção e conservação do EPI para não haver nenhum risco de acidentes. Também é recomendado adquirir equipamentos de qualidade, que garantem que a troca do EPI ocorrerá apenas no seu prazo de validade.

Neste caso, a Brasmo é a parceira ideal para sua empresa! Somos especialistas em apresentar as melhores soluções no universo da proteção individual de trabalhadores, auxiliando as empresas a atingir um padrão internacional de qualidade e segurança.

Com a Brasmo, a possibilidade de realizar a troca de EPI apenas ao fim da sua validade é maior, mantendo a proteção do funcionário de forma contínua.

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FSSC 22000 e a garantia da segurança dos alimentosCertificação FSSC 22000

Você sabia que mais de 31.000 empresas em todo o mundo estão atualmente certificadas de acordo com a FSSC 22000? Mas o que é esse tipo de certificação? 

A sigla FSSC quer dizer Food Safety System Certification que, em tradução livre, significa Certificação de Sistema de Segurança Alimentar. 

Ou seja, a certificação FSSC 22000 demonstra o compromisso da empresa certificada com a segurança dos alimentos, qualidade, legalidade e melhoria contínua.

Recentemente apresentada na sua versão 6.0, a FSSC 22000 teve algumas mudanças que as empresas certificadas devem se preparar de acordo com o cronograma de implementação. 

FSSC 22000: relacionada com a certificação de segurança dos alimentos

Como já destacado, a FSSC 22000 é uma certificação em segurança de alimentos reconhecida mundialmente. 

Além de integrar a ISO 22000, ela possui o apoio incondicional da Confederação das Indústrias Alimentares da União Europeia (CIAA) e também é aprovada pela Global Food Safety Initiative (GFSI).

Como base para a elaboração, a FSSC 22000 possui uma série de fatores que a indústria alimentícia sentia falta no momento, como a gestão eficaz na segurança dos alimentos para consumo humano e para animais, por exemplo. 

A FSSC também adota algumas normas padrão tanto para o transporte de alimentos quanto para o armazenamento.

Ou seja, essa é uma norma de certificação aplicada aos produtores da área alimentícia, como:

Ou seja, a certificação FSSC 22000 combina algumas normas de Gestão de Segurança do alimento da ISO 22000. 

Os Programas de Pré-Requisitos (PPR) e os Programas de Pré-Requisitos Operacionais (PPRO), juntamente com a determinação dos Pontos Críticos de Controle (PCC), fazem parte destas combinações.

Principais benefícios ao obter a certificação FSSC 22000

FSSC 2200

Quando a empresa implementa a FSSC 22000, conquista uma série de benefícios, com destaque para:

Há ainda as vantagens associadas ao produto, bem como: melhoria da gestão das boas práticas de fabricação, redução de perdas e foco em resultados.

Assim, a FSSC permite implementar e padronizar sistemas de gestão de segurança de alimentos, resultando na produção muito mais segura.

 

FSSC 22000 Versão 6.0: principais mudanças

No dia 31 de março de 2023, a FSSC 22000 publicou a versão 6.0. Dessa forma, ela trouxe muitas novidades e o aumento da abrangência de alguns requisitos já cobrados na versão anterior (5.1).

O período obrigatório de atualização é de 1º de abril de 2024 a 31 de março de 2025, durante o qual os certificados devem ser atualizados de FSSC 22000 versão 5.1 para a versão 6.

Diante disso, a recomendação de especialistas é trabalhar na implementação dos novos requisitos quanto antes, principalmente porque alguns deles podem ser considerados desafiadores e demorarem mais tempo para adequações. 

As principais mudanças apresentadas na FSSC 22000 são: 

 

Como obter a certificação FSSC 22000?

Para obter a certificação, o primeiro passo é implementar um sistema de gestão de segurança de alimentos, que deve estar em conformidade com as exigências da norma.

A melhor forma de verificar se a empresa cumpre as normas estabelecidas pela FSSC 22000 é realizar uma inspeção interna, por meio de uma auditoria. Nesse momento são avaliados processos e áreas relacionados com a segurança do produto. 

Os auditores devem estar preparados para realizar as auditorias com treinamento e qualificação. Para isso, há uma série de órgãos responsáveis por fornecer a capacitação necessária na formação de auditores.

Com os requisitos estabelecidos pela norma implementados, é preciso contratar um órgão certificador. A certificação FSSC 22000 é emitida por empresas terceirizadas que oferecem esse serviço às organizações do setor de alimentos. 

Importante salientar também que há a realização de auditorias anuais de supervisão (incluindo uma auditoria não anunciada a cada três anos).

Para saber sobre exigências e indicações, é possível acessar o site da FSSC 22000.

 

Continue acompanhando o blog da Brasmo e saiba mais sobre todo o segmento de proteção e higiene industrial.

6 fatores que diminuem o risco de explosão em espaços confinadosRisco de explosão

Em muitas indústrias, os espaços confinados são comuns e necessários. No entanto, tais ambientes possuem alto risco de explosão e exigem atenção redobrada, principalmente com relação à segurança e saúde no trabalho.

Assim, é de responsabilidade da empresa avaliar os diferentes riscos e como eles se apresentam, além de tomar as atitudes necessárias para impedir que ocorra algum acidente dessa natureza, bem como adotar medidas para minimizar eventuais danos.

Confira então porque o risco de explosão em espaços confinados merece total atenção e veja quais são os fatores que diminuem este tipo de ocorrência.

 

Espaço confinado com risco de explosão: o que é?

Regulamentado pela Norma Regulamentadora 33, o espaço confinado é qualquer lugar que:

Desse modo, os espaços confinados tornam-se potencialmente perigosos quando ocorre a presença de gases, poluentes ou substâncias nocivas. Estes elevam o potencial de periculosidade, aumentando os riscos.

Os acidentes podem ir desde intoxicação em variados níveis, até choques elétricos e explosões com potencial de destruição.

Por isso, é de responsabilidade da empresa pensar na segurança do trabalhador e adotar medidas para evitar o risco de explosão nestes espaços confinados.

 

6 Fatores que ajudam a diminuir o risco de explosão em espaços confinados

Risco de explosão em espaços confinados

Em muitas indústrias, os espaços confinados são imprescindíveis. Então, cabe à empresa tomar todas as medidas de prevenção necessárias para impedir que os acidentes ocorram. 

Essas medidas devem começar com um bom planejamento e devem ser mantidas de forma constante e recorrente.

Confira a seguir os 6 principais fatores que podem ser aplicados na indústria para reduzir o risco de explosão e aumentar a segurança das equipes de trabalho:

 

1. Análise de riscos do ambiente

O primeiro passo é investir na prevenção. Para isso, é preciso identificar os principais pontos de risco, como eles podem ser acionados e quais ações devem ser implementadas para mitigá-los. 

 

2. Aterramento de equipamentos elétricos

Quando há material inflamável no ambiente, especialmente na forma de gás, uma das maneiras mais comuns de ocorrência de acidentes é através de equipamentos que produzem descargas eletrostáticas ou que geram faíscas.

Para evitar isso, é fundamental fazer o aterramento de todo o equipamento elétrico, além de usar modelos que tenham um certificado de segurança. Com isso, qualquer variação de corrente pode ser dispersada no solo, impedindo a geração de uma faísca.

 

3. Sinalização clara de perigo

Não é todo colaborador que tem a ciência de quais são as áreas de maior risco de explosão. Consequentemente, algum deles pode usar um maquinário que gera muito calor em uma dessas áreas e causar um acidente.

A melhor forma de evitar esses acidentes é promover a sinalização adequada dos ambientes e seus riscos. Para isso, é exigida a instalação de placas codificadas indicando quais locais apresentam chance de explosão ou quais são as áreas restritas.

 

4. Uso de equipamento de proteção individual (EPIs)

Os EPIs são também essenciais na promoção da segurança e saúde no trabalho. Por exemplo, ao realizar um trabalho em local confinado, onde o material inflamável pode evaporar, o trabalhador precisa de um traje protetor específico.

Vale destacar que o tipo específico do EPI pode variar bastante dependendo do ambiente de trabalho. Alguns lugares exigem apenas óculos de proteção e luvas, enquanto outros requerem um traje completo e respirável. 

 

5. Promover a ventilação adequada

Espaços confinados se tornam um sério problema quando há acúmulo de gás inflamável ou poeira. Diante disso, a melhor estratégia para minimizar os riscos é investir na correta ventilação do ambiente.

 

6. Uso de equipamentos certificados

Em áreas com classificação de atmosfera explosiva, os equipamentos com proteção “Ex”, a certificação ATEX, são fundamentais e altamente recomendados. 

Projetados e certificados para uso em atmosferas potencialmente explosivas, estes equipamentos ajudam a eliminar os riscos de explosão.

Neste contexto, a Brasmo comercializa vários produtos com certificação ATEX, responsável por garantir maior segurança em locais potencialmente explosivos.

Dentre estes produtos se destacam:

Portanto, se a sua empresa quer manter a segurança de seus colaboradores, vale muito a pena aplicar medidas que reduzem o risco de explosão, além de conhecer as soluções da Brasmo!

Precisa fazer a limpeza de ambientes com atmosfera explosiva? Acesse e faça um orçamento com a Brasmo!

Como a NR-36 fortalece a segurança em empresas de abateNR 36 e a segurança no abate

Você já ouviu falar sobre a norma regulamentadora (NR) dos frigoríficos? A NR-36 reforça a importância da saúde e segurança em empresas de abate e processamento de carnes, principalmente quanto às condições de trabalho.

A Norma Regulamentadora 36 estabelece os requisitos básicos para o controle e monitoramento de riscos nas atividades dos frigoríficos. Assim, visa garantir a segurança, saúde e qualidade de vida no trabalho durante os processos de abate e processamento de carnes. 

Dessa forma, conheça a NR-36, os principais pontos abordados na norma e como se adequar!

NR-36: segurança, saúde e a qualidade de vida do trabalhador das empresas de abate

Publicada originalmente pela Portaria n.° 555, de 18 de abril de 2013, a NR-36 estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos nas atividades que envolvem a indústria de abate e processamento de carnes e derivados.

A finalidade da norma é  garantir a segurança, saúde e a qualidade de vida do trabalhador.

Cada um dos seus pontos trazem uma série de informações responsáveis pela promoção da Segurança do Trabalho em um frigorífico e abatedouro. Alguns dos objetivos são:

Principais pontos abordados pela NR-36

A NR-36 apresenta os preceitos legais necessários para as atividades na indústria de abate e processamento de carnes e derivados. Por isso, conheça os principais:

Manuseio dos produtos

Para diminuir o esforço realizado pelos empregados, a NR-36 destaca que o empregador utilize métodos técnicos de organização e planejamento. 

Por exemplo, peças muito pesadas, ou com volume excessivo, não podem ser manuseadas sem o equipamento certo. 

Sendo assim, qualquer esforço físico praticado pelo colaborador deve estar de acordo com sua capacidade física e segurança, facilitando o processo e trazendo mais efetividade a toda a empresa.

Descarga e recepção de animais

A carga e a descarga dos animais devem estar muito bem planejadas e organizadas. 

Assim, conforme a recomendação da NR-36, apenas os colaboradores com treinamento adequado e conhecimento no trabalho devem estar presentes. 

Dessa forma, possibilita a segurança do trabalhador e o manejo adequado dos animais.

Maquinário, ferramentas e equipamentos

O uso de equipamentos usados nas empresas de abates devem obedecer aos itens dispostos nas seguintes normas:

Além disso, apenas colaboradores capacitados devem utilizar os equipamentos disponibilizados. 

Essa medida evita a ocorrência de acidentes dentro da empresa, protegendo a equipe que está à frente das atividades.

Controle no ambiente de trabalho

Uma empresa de abate constitui alguns riscos aos funcionários. Não tem como ser diferente. Mas o empregador deve, por obrigação, atender às normas regulamentadoras para antecipar e impedir que processos negativos ocorram.

Por isso, os riscos presentes sempre devem estar contemplados no PPRA (Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais) e no PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). 

Consequentemente, todos os empregadores devem ter acesso às recomendações feitas pelos programas organizacionais da empresa, que devem ser esclarecedores e trazer maior objetividade na assimilação do tema.

Os trabalhadores que exercem suas funções lidando com resíduos, vísceras e excrementos precisam ter a noção completa dos métodos técnicos adotados pela empresa. Também precisam reduzir ao máximo possível o contato direto com esses resíduos. 

Para uma melhor comunicação com os colaboradores sobre os riscos, os métodos devem ser implementados da seguinte forma:

  1. Redução da ocorrência de todos os riscos;
  2. Adotar medidas coletivas para eliminar por completo os fatores de risco;
  3. Oferecer treinamentos adequado e constantes aos trabalhadores, conforme a NR-36;
  4. Tornar obrigatória a utilização dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual);
  5. Informar a todos sobre os riscos, as causas e os efeitos, de acordo com os métodos adotados para a proteção dos trabalhadores é também fundamental.

Além disso, os colaboradores da empresa de abate devem estar cientes e atualizados sobre:

Vale destacar que o não cumprimento da NR-36 traz vários aspectos negativos para o ambiente de trabalho da indústria frigorífica. Também pode gerar multas, processos e autuações ao empregador.

Brasmo: sua aliada no cumprimento da NR-36

Brasmo e a NR 36

Para atender todas as normas da NR-36 sugerimos que você conheça as soluções da Brasmo. Somos uma empresa que fornece os EPIs para auxiliar no atendimento dos requisitos da NR-36, protegendo o trabalhador contra o frio, cortes e demais acidentes.

Nas atividades que exigem contato com a água, a Brasmo oferece uma linha completa de EPIs descartáveis e/ou reutilizáveis, protegendo o colaborador de exposição que comprometa sua segurança e dos produtos manuseados. 

Conheça o catálogo de produtos EPIs da Brasmo

Somos especialistas em apresentar as melhores soluções no universo da proteção individual de trabalhadores, auxiliando as empresas destinada ao abate de animais a atingir um padrão de qualidade e segurança baseado na NR-36.

Aproveite para ler este artigo exclusivo do blog da Brasmo e conhecer as melhores práticas de higiene e segurança para abates.

Veja detalhes da classificação de áreas com atmosfera explosivaAtmosfera explosiva

Se você trabalha no ambiente industrial, provavelmente conhece quais são os ambientes com maior risco de explosões. Mas você já ouviu falar sobre a classificação de áreas com atmosfera explosiva?

Esse é um processo extremamente importante, porque visa a segurança dos trabalhadores e dos ativos das empresas.

Neste artigo, explicaremos o que é a classificação de áreas com atmosfera explosiva, os detalhes sobre as áreas classificadas e a importância de estudos dessas classificações, visando a proteção de todos.

 

O que é atmosfera explosiva?

Antes de conhecer a classificação de áreas com atmosfera explosiva, precisamos entender o que são as atmosferas explosivas.

Segundo o INBRAEP (Instituto Brasileiro de Ensino Profissionalizante), uma atmosfera torna-se explosiva quando a proporção de gás, vapor, ou pó no ar atinge um volume que apenas uma centelha liberada — por um circuito elétrico ou do aquecimento de um aparelho — tem o potencial de provocar uma explosão.

Ou seja, a atmosfera explosiva ocorre quando há a mistura do comburente (oxigênio) com substâncias inflamáveis, que sob uma fonte de ignição (centelha, faísca ou superfície quente), pode ocasionar uma explosão.

 

Classificação de áreas com atmosfera explosiva

Classificação de áreas com atmosfera explosiva

Em ambientes confinados, a área classificada refere-se a probabilidade de formação de uma atmosfera explosiva

Assim, em locais com a presença de substâncias inflamáveis/combustíveis, pode existir a presença desta atmosfera explosiva. Porém, isso depende de como tais substâncias são manuseadas, manipuladas e/ou armazenadas. 

Diante disso, especialistas podem determinar o grau de risco por meio da fonte geradora. As fontes de risco são classificadas por grau, que pode ser primário, secundário ou contínuo. 

A classificação de áreas é feita na planta industrial por zonas que variam da seguinte maneira:

Para poeiras e fibras combustíveis, a classificação é semelhante:

Portanto, todas as condições e características das misturas combustíveis/inflamáveis que porventura se fazem presentes no ambiente, devem ser identificadas, conhecidas e classificadas.

 

Por que investir na classificação de áreas em ambientes industriais?

Por que investir na classificação de áreas em ambientes industriais?

A classificação de áreas com atmosfera explosiva é fundamental para que a empresa promova medidas preventivas especiais quanto ao uso de seus equipamentos elétricos, instalação de maquinários e construção de estruturas físicas.

Quando o estudo não é realizado, torna-se impossível determinar qual equipamento deve ser instalado na empresa, uma vez que os riscos não são devidamente conhecidos, tais como:

Além disso, em áreas com classificação de atmosfera explosiva, os equipamentos com proteção “Ex” são altamente recomendados. Esses equipamentos são projetados e certificados para uso em atmosferas potencialmente explosivas, eliminando riscos.

A marcação “Ex” indica que o equipamento possui certificação (ATEX) para utilização em áreas potencialmente explosivas.

Neste contexto, a Brasmo comercializa vários produtos desenvolvidos para uso em atmosfera explosiva e com a certificação ATEX

Dentre os produtos, destacam-se:

Portanto, se a sua empresa quer manter a segurança de colaboradores e de toda a infraestrutura, vale muito a pena realizar a classificação de áreas com atmosfera explosiva e conhecer as soluções da Brasmo!

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Veja os perigos da contaminação cruzada na indústria farmacêuticaContaminação cruzada na indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica é uma produtora de medicamentos em larga escala. Por isso, a produção deve ser homogênea, priorizar resultados reprodutíveis e garantir o padrão de qualidade, principalmente para evitar a contaminação cruzada.

Ela é um dos maiores riscos dentro do processo produtivo de medicamentos, porque um medicamento contaminado pode colocar os usuários em perigo.

Mas você sabe quais são os reais perigos da contaminação cruzada na indústria farmacêutica? É isso que abordaremos neste artigo. Confira!

 

Contaminação cruzada: o que é?

A contaminação cruzada é a transferência de microrganismos de um objeto para outro. Ela pode ocorrer em hospitais, na indústria alimentícia e farmacêutica. 

Na fabricação de medicamentos, esse tipo de contaminação é extremamente perigoso, pois os microrganismos podem contaminar os fármacos, reduzindo sua eficiência e tornando-os até perigosos para a saúde. 

A contaminação cruzada também pode ocorrer na transferência do produto para outro ambiente ou quando são encontrados resquícios de produtos anteriormente produzidos ou manipulados em equipamentos.

Por isso, vale dar destaque aos remédios para fins oncológicos. Devido à sua complexidade, eles são obrigados por lei a serem produzidos separadamente dos outros. 

 

Perigos em medicamentos

Perigos da contaminação cruzada em medicamentos

Na indústria farmacêutica, a contaminação pode ser direta ou indireta. 

Ela é direta quando o produto tem contato direto com o outro, podendo ocorrer na etapa de logística e armazenamento ou durante a manipulação dentro da própria indústria. 

Já a contaminação cruzada indireta ocorre por intermédio do cruzamento com uma superfície ou utensílios/equipamentos contaminados.

Com isso, um insumo pode ter resquícios de outro, mesmo que por contato indireto. Isso pode desencadear reações alérgicas e até ocorrências mais graves de saúde.

Paralelamente, a indústria farmacêutica também pode arriscar sua própria imagem, comprometendo a saúde financeira da empresa e dos funcionários.

Diante disso, o que então pode ser feito para evitar a ocorrência de contaminação cruzada na indústria de medicamentos?

 

Como evitar a ocorrência de contaminação cruzada na indústria farmacêutica?

Como evitar a ocorrência de contaminação cruzada na indústria farmacêutica?

Na indústria farmacêutica, muitos são as razões e causas que elevam o perigo de contaminação cruzada, com destaque para:

Além do treinamento constante, os funcionários devem tomar algumas precauções durante o preparo dos medicamentos como: 

A limpeza do ambiente de produção é outro cuidado de grande relevância para diminuir os riscos de contaminação cruzada dos medicamentos. Esse processo exige higienização recorrente e de acordo com as regras.

Outra recomendação é adotar os Procedimentos Operacionais Padrão (POP). Esses documentos dão instruções detalhadas para a realizar operações específicas na produção de um produto farmacêutico. 

Por fim, mas não menos importante, é fundamental adotar os utensílios certos no processo de limpeza da indústria farmacêutica. O uso de esponjas simples e panos normais não são recomendados para essa ação, podendo aumentar o risco de contaminação cruzada.

Neste caso, a Brasmo se destaca por ser representante dos principais fabricantes de utensílios de limpeza industrial do mundo. 

A Brasmo também comercializa panos de microfibra e uma linha completa de produtos detectáveis. Eles são ideais para prevenir casos de contaminação cruzada por diversos utensílios e materiais dentro da indústria farmacêutica.

Certificação ATEX: conheça a importância na proteção contra explosãoCertificação ATEX

A certificação ATEX refere-se a segurança em locais com risco de explosão. Por isso, uma série de diretrizes indicam a sua importância em atmosferas explosivas.

Essas diretrizes oferecem respaldo para proteger os ambientes contra diferentes fontes de inflamação e explosão.

Mas você sabe o que é a Certificação ATEX? E quais são os benefícios que ela pode trazer às empresas? Para responder às perguntas, preparamos este artigo. Confira!

 

Certificação ATEX: o que é?

Certificação ATEX: o que é?

A ATEX é uma certificação responsável por garantir maior segurança em locais potencialmente explosivos, como aqueles com: gases, vapores, neblina, concentração de pó e poeira.

Tal certificação é essencial para a segurança, pois todo equipamento com impacto ou atrito, mecânico ou elétrico, pode soltar alguma faísca ocasionalmente. Mas, se o ambiente apresentar uma atmosfera explosiva, a consequência pode ser trágica! 

Assim, a certificação representa maior segurança para sua empresa, seus funcionários e também para as pessoas ao redor.

 

Origem do Certificado ATEX

A Certificação ATEX teve sua origem a partir de duas diretivas elaboradas pela Comissão de Empresas e Indústrias da União Europeia, na primeira metade da década de 1990. 

A primeira dessas diretivas (94/9/EC) regulamentou a produção de equipamentos com  capacidade de operar com segurança em ambientes com risco de explosão. 

Já a segunda diretiva (99/92/EC), teve a função de estabelecer parâmetros mínimos para o funcionamento de tais equipamentos, a fim de garantir a segurança e a saúde de quem os maneja.

Importante destacar que a sigla “ATEX” deriva da expressão “atmosfera explosiva”, empregada diversas vezes no texto da 94/9/EC. Inclusive no seu título original em francês: Appareils destinés à être utilisés en Atmosphères Explosives (“Aparelhos para uso em atmosferas explosivas”).

 

Por que obter a certificação?

Os padrões de segurança ATEX devem ser implementados em diversos setores, especialmente aqueles que dependem do manuseio e armazenamento de materiais explosivos e inflamáveis

De acordo com as condições ambientais do local, o ambiente confinado pode desencadear explosões, afetando diretamente a segurança dos funcionários e dos transeuntes.

Para evitar isso, seguir todos os protocolos da certificação ATEX, para equipamentos e locais de trabalho, é essencial para diminuir os riscos de acidentes.

Além disso, para que empresas brasileiras realizem negócios com países europeus, esse tipo de certificação torna-se um pré-requisito de suma importância.

 

Como identificar e utilizar equipamentos certificados?

É bastante simples identificar um equipamento habilitado para funcionar em ambientes com risco de explosão. Geralmente ele é marcado com um sinal amarelo em formato hexagonal e com a inscrição “Ex” em seu interior.

Contudo, a certificação ATEX também classifica os ambientes em diferentes tipos de zonas, que variam de acordo com a frequência e o intervalo de tempo em que a atmosfera explosiva pode estar presente.

Assim, quanto a classificação das zonas, a ATEX destaca que ambientes com concentração de gases, vapores e neblina obedecem aos seguintes padrões:

Já quando o pó ou a poeira são elementos presentes na atmosfera com potencial de explosão, a classificação das zonas segue a seguinte numeração:

 

Produtos Brasmo com Certificação ATEX

No segmento industrial e comercial, a segurança operacional evita ocorrências de explosão em atmosferas propensas. Por isso, exige o uso de produtos e utensílios com certificação ATEX.

Assim, para reduzir o risco de explosão em atmosferas explosivas, a Brasmo possui soluções com certificação ATEX, garantindo:

Entre as soluções para uso em atmosferas explosivas, destacam-se os produtos:

Os produtos ESD antiestáticos são essenciais para promover a limpeza industrial em locais de atmosfera explosiva, principalmente por neutralizar a transferência de energia estática entre corpos, reduzindo riscos de explosão. Clique e conheça a solução!

O SpaceVac, por sua vez, é uma tecnologia versátil, flexível e funcional para a limpeza em altura dos ambientes. É também seguro, com todo o sistema equipado com acessórios com certificação ATEX e antiestático. Saiba mais!

Por fim, os aspiradores industriais RGS representam o que há de mais eficiente e moderno para a limpeza e aspiração de poeiras ou líquidos dentro de processos industriais. Acesse e confira! 

Com a certificação ATEX, estes aspiradores levam grande eficiência à limpeza industrial, sem negligenciar o padrão de segurança da operação.

Portanto, se a sua empresa quer manter a segurança de colaboradores e de toda a comunidade, vale a pena conhecer! 

 

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Higiene ocupacional: o que é e qual a importância?Higiene ocupacional

Em qualquer empresa, cuidar da saúde de todos os colaboradores é uma necessidade indiscutível. Para isso, existem medidas relacionadas à higiene ocupacional.

Também citado como higiene industrial ou higiene do trabalho, a higiene ocupacional é um termo que faz referência à adoção de práticas para evitar acidentes e doenças no ambiente de trabalho.

Seu papel inclui antecipar, reconhecer, avaliar e controlar riscos que ocorrem na indústria, essencialmente químicos, físicos e biológicos, sempre com foco na proteção da saúde do trabalhador.

 

O que é higiene ocupacional?

O que é higiene ocupacional?

A higiene ocupacional é uma ciência com o objetivo de reconhecer, dentro de determinado ambiente de trabalho, quais são os agentes de risco relacionados ao colaborador no local. 

Além disso, é a área responsável por avaliar o nível dos riscos, bem como estipular ações e medidas para controlar, amenizar e, sempre que possível, neutralizar os agentes de risco.

Dessa forma, a higiene ocupacional possui fundamental importância para o ambiente industrial e contribui significativamente com a qualidade de vida dos colaboradores. 

Também é uma excelente oportunidade de prevenção de possíveis doenças ocupacionais, garantindo a proteção do profissional.

 

Importância da higiene ocupacional

Especialistas costumam ressaltar que a higiene ocupacional e a segurança do trabalho andam lado a lado.

Por definição, a segurança do trabalho busca evitar acidentes. A higiene ocupacional, por sua vez, tem como foco o combate aos patógenos no ambiente laboral.

Dessa forma, a higiene ocupacional oferece soluções capazes de reduzir ou até eliminar o efeito nocivo de substâncias, energias e microrganismos patógenos presentes em um ambiente produtivo.

Ou seja, a higiene ocupacional exerce o papel de combater as doenças ocupacionais que, de forma geral, têm menos visibilidade que os acidentes de trabalho.

Isso ocorre porque os acidentes de trabalho infelizmente deixam vítimas fatais ou gravemente lesionadas de forma imediata. As patologias ocupacionais, por sua vez, podem levar anos para se manifestar.

 

Tipos de riscos que elevam as patologias ocupacionais

Dentro de qualquer empresa, existem riscos de ordem ocupacional, aos quais os colaboradores estão expostos no local de trabalho. 

Assim, para adotar medidas eficientes de higiene ocupacional, há algumas classificações que definem quais os tipos de risco mais recorrentes no ambiente laboral. Dentre os quais se destacam:

 

Risco físico

Faz referência aos fatores físicos como ruídos, vibrações, pressões excessivas, temperaturas altas ou baixas, radiações ou umidade.

Os riscos físicos são bastante variados, desde dores nas articulações até patologias mais graves, como os cânceres.

 

Risco químico

Ocorre quando o colaborador corre o risco de ser contaminado por gases, vapores, fumos, névoas, neblinas e demais substâncias que podem afetar o organismo por diversas vias (cutânea, respiratória, etc.)

Os efeitos químicos mais preocupantes são aqueles que se manifestam semanas, meses ou até anos após o contato com agentes químicos.

 

Risco biológico

Muito presente em ambientes de trabalho da área da saúde, os riscos biológicos consistem em bactérias, fungos, parasitas, vírus e protozoários que podem entrar em contato com o trabalhador (via aérea, por mucosas e cutâneas), infectando-o.

 

Etapas para aplicar um programa de higiene ocupacional

Como já ressaltado, a higiene ocupacional engloba um programa que visa prevenir, reconhecer, avaliar e controlar os diferentes riscos ocupacionais que podem ocorrer em uma empresa. 

Assim, para aplicar um programa de higiene ocupacional eficiente, é preciso considerar quatro etapas:

 

1. Prevenção do risco

A primeira etapa é centrada na avaliação de riscos potenciais e na análise laboral do ambiente. Com isso, é possível estabelecer medidas preventivas antes que algum processo industrial seja implementado ou modificado.

 

2. Reconhecimento do risco

Na etapa seguinte, inicia-se a avaliação e identificação dos riscos qualitativos que podem representar perigos à saúde. 

Para isso, é realizado um estudo sobre:

Assim, conclui-se como eles podem ocasionar riscos físicos, químicos e biológicos.

 

3. Avaliação de risco

Essa etapa é responsável por iniciar a avaliação quantitativa de todos os riscos. Para isso, é preciso considerar os limites de tolerância estabelecidos pela NR 15

Basicamente, essa norma dita que é preciso haver concentração ou intensidade mínima, ou máxima para haver relação com a natureza e o tempo de exposição ao agente. 

Com isso, o colaborador não sofrerá nenhum dano a saúde no decorrer das atividades.

 

4. Controle de risco

Essa etapa minimiza ou elimina os riscos antecipados, reconhecidos e avaliados nas etapas anteriores.

Ou seja, é onde serão adotadas medidas e ações preventivas para melhor eficiência no controle dos riscos percebidos.

Dessa forma, a eficiência do programa de higiene ocupacional depende de todas as etapas mencionadas.

Continue acompanhando o blog da Brasmo e saiba mais sobre equipamentos de proteção para garantir a higiene ocupacional aos colaboradores.

Sistema de drenagem BLÜCHER: soluções higiênicas para frigoríficosSistema de drenagem BLÜCHER: soluções higiênicas para frigoríficos

As instalações frigoríficas geralmente são ambientes sujeitos a diversos problemas relacionados ao escoamento de resíduos, principalmente quando não há um sistema de drenagem eficiente.

Como solução, o investimento em sistemas de drenagem pode trazer benefícios. A Brasmo, por exemplo, apresenta, ao mercado brasileiro, excelentes soluções em sistema de drenagem BLÜCHER.

Continue acompanhando nosso artigo para conhecer as principais consequências da má drenagem em frigoríficos e como resolvê-las.

 

Higienização de frigoríficos: processo de suma importância

Por estar associada ao trabalho com produtos cárneos e derivados, a atividade frigorífica está sujeita a muitos riscos, especialmente na ordem microbiológica. 

Quando realizada de forma contínua, a higienização de frigoríficos mantém todo o ambiente, equipamentos, produtos e colaboradores livres de patógenos. 

Por isso, as medidas são regulamentadas pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF), importantes para a higiene dos frigoríficos.

Entretanto, quando as Boas Práticas são negligenciadas ou não há adoção de um sistema de drenagem eficiente, algumas consequências podem aparecer.

Com isso, o frigorífico não tem a capacidade de escoar grandes volumes de líquido, dificultando a remoção de resíduos em geral e aumentando as possibilidades de contaminação.

Além disso, as consequências não serão nada agradáveis para frigoríficos, com destaque para:

 

A Brasmo oferece a solução: sistema de drenagem Blücher

Como você acompanhou, um sistema de drenagem na indústria frigorífica, quando não dimensionado de forma adequada ou quando é de baixa qualidade, causa uma série de problemas, tanto para o ambiente de produção quanto para os produtos cárneos.

Como solução ideal, a Brasmo tem a satisfação de apresentar os modernos sistemas de drenagem industrial BLÜCHER à indústria frigorífica!

Este é um sistema de drenagem com foco total na oferta de soluções que facilitem os processos de limpeza e higienização. Para isso, garantem alto nível de vazão por toda sua extensão. 

Apresentam, ainda, um material de altíssima qualidade, representando uma solução duradoura e de grande qualidade.

A BLÜCHER fornece soluções em sistema de drenagem seguras que permitem garantir a vazão adequada das diversas áreas de produção, desde laboratórios e dispensas até cozinhas e áreas externas nas diferentes indústrias.

 

Por que escolher o sistema de drenagem BLÜCHER?

Por que escolher o sistema de drenagem BLÜCHER?

Inicialmente, você verá que a qualidade dos ralos é excelente, com o uso do aço inoxidável 304 e 316 L devidamente tratado, ideais para frigoríficos. 

Além disso, o sistema de drenagem BLÜCHER possui uma superfície lisa única, que garante a capacidade de fluxo e higiene.

A instalação de um sistema de drenagem BLÜCHER nos frigoríficos exige uma manutenção mínima e indica alta eficiência.

Importante destacar que essa linha de drenagem, produzida na Dinamarca, também atende os requisitos da FSSC 22000. 

Essa certificação estabelece os requisitos para a produção no mercado de produtos e alimentos seguros para os consumidores.

Diante disso tudo, esse é um sistema de drenagem com todas as qualidades para o ambiente frigorífico, garantindo os seguintes benefícios:

Por fim, com essa solução, a Brasmo traz ao Brasil as melhores soluções de drenagem industrial, aliando as qualidades higiênicas e específicas para as características de cada cliente, atendendo desde os projetos de drenagem mais simples aos mais complexos!

Ficou interessado? Então preencha os seus dados e receba o nosso catálogo de sistemas de drenagem BLÜCHER.

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